quarta-feira, 16 de setembro de 2009


E não existe homem bravo que não se amanse com um beijo de flor.
Sagrado seja o perfume que envolve dois corpos coloridos com corações de um vermelho único: Paixão
Saberei eu dizer pessoalmente as palavras que tatuo em meus cadernos quando sorrindo tímidamente penso nele?
Já fazia tempo desde que meu coração fora trancado à 9 chaves para não correr o risco de se afogar em amor novamente;
Mas não foi um príncipe com uma chave encantada quem apareceu para me desencadear, foram à várias marretadas que um carpinteiro conseguiu quebrar minha suposta proteção ''anti-romance''.
O tempo nos acostuma com a solidão(pobre de quem já se entregou a ela) e por isso hoje tudo parece tão novo e bonito que chega a transparecer surreal, como se eu tivesse que tomar cuidado para não cair em mais uma pegadinha da vida.
Bom,
veneno ou licor,
eu fico com o sabor que melhor se encaixar às minhas cordas vocais;
A bebida que melhor soar uma canção para se dançar;
E o melhor amor para fantasiar.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Eu sou muito alta, muito magra, e meu cabelo azul não combina com a sua barba laranja.

sábado, 12 de setembro de 2009

Diálogo de subconsciente com visitante de sonhos:

- De novo você por aqui girassol? Já é a segunda noite seguida!
- É que eu sei quando ela está prestes a me esquecer, então apareço só pra garantir minha estadia aqui.

A pior coisa que se pode acontecer quando se está namorando é sonhar com o ex.
Estes sonhos despertam emoções, cheiros, lembranças... Saudade.
Ande minha falta de memória, esqueça logo isso!

Acordar de mau-humor é consequência de uma má noite de sono, e de sonhos.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Eu não sei dizer se as pessoas de hoje me conhecem de forma correta.
Não sei se tenho pessoas o suficiente para escreverem sobre mim quando um dia nada mais existir.
Eu só tenho certeza de uma, Nayane Souza Alves.
Esta me conhece da raiz do cabelo ao dedo do pé que...
Esta me conheceu feliz, bonita, cheia de graça.
A mesma me viu perder os cabelos da cabeça, e outras coisas que pisaram o chão.
Me viu morrer de felicidade enquanto o presente escrevia o futuro miserável que me abraçaria.
Me viu ficar, namorar e jurar nunca deixar um homem borrar meu sorriso contornado de batom vermelho.
Hoje ela me vê chorar com a mesma frequência que assiste televisão.
Me vê me perguntando o que eu fiz para merecer tamanha angústia e infelicidade;
tamanhos problemas e decepções;
me perguntar por quê amar tanto alguém que nunca olhou para dentro de mim.
Ela me diz para esquecer, que existe coisa melhor guardada pra mim, que ninguém gosta de me ver assim.
Mas e aí? O que se fazer quando simplesmente se sente? Como se algo me obrigasse a isso!
Eu implorei a papai que me desse forças para segurar isso tudo, que me fizesse esquecer e me libertar para outros caminhos;
Força ele deu, mas não perca de memória suficiente para esquecer aquele girassol.
Hoje eu tatuo meu rosto diariamente com lágrimas exaustas de derramar, e sorrio! Sorrio porque sorrir engana a dor, funciona.
Minhas mãos tão cansadas... insistem em escrever.
Passo o dia pensando, sonhando, tecendo um futuro que não existe.
As vezes penso que a melhor opção pra quem não está feliz é sonhar com o que pode nos fazer feliz.
Por isso sonho, escrevo, canto, e aí me lembro destes amigos rescentes que me conhecem tão bem e tão mal ao mesmo tempo.
Eles sabem e não sabem de tanta coisa, e mesmo assim me fazem um bem tão grande, pois muitos deles são capazes de qualquer coisa para me ver sorrindo, e digo isso sem medo!
E é assim, lembrando deles que eu agradeço a papai por me ensinar que em meio a dor se encontra uma lição de amor.
Eu penso em Nayane, em Victor, Laecio, Adriana, Cilésio... As pessoas mais maravilhosas que eu já conheci. Em todo o sentimento que demonstram ao me verem triste, ou até mesmo feliz!
Eu sei, não são só eles, existem vários nessa lista de presentes de papai; minha família, o sorriso de Pedrinho, mais e mais amigos!
Devo a todos o ar que respiro, pois todos teem uma participação tão especial e bonita nas batidas de meu coração...
"A vida segue Daiane"
Eu canto isso todos os dias por vezes incontáveis, inlembráveis.
E não me importo de esperar, um dia meu coração aprende a letra da canção que vocês escreveram pra mim, meus anjos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O Crime


Reescrito por mim, narrado por fim.

Alexi Fonseca, jovem de classe social baixa, nasceu e se criou em um bairro pobre de sua cidade natal, Tapiratiba. Nascido em 1974, foi abandonado pelo pai aos 10 anos, deixando ele, Séfora - sua mãe - e seus irmãos - Davi, de 5 anos e Maria de 2 -.
Esta não é uma história de comoção, esta é a história que lembra um vizinho, o tio de um amigo ou até mesmo uma matéria mostrada em um jornal policial local; que geralmente suja o caráter do entrevistado(a menos que seja alguém poderoso, claro) descaradamente. Enfim, esta é uma história bem "a cara de fulano", pois todos já viram algo assim.

Trabalhando como servente de pedreiro e sua mãe como lavadeira, Alexi - que há tempos já havia largado os estudos - aos 20 anos conheceu Alícia; jovem de 18 anos rescém completados, que morava na mesma comunidade que Alexi e cursava o ultimo ano do ensino médio. Em pouco tempo os dois começaram a namorar e por alguns meses a paz pareceu reinar entre aquelas pessoas.
Quando dizem que "alegria de pobre dura pouco", acreditem; é porque é verdade. Com cinco meses de namoro com Alexi, Alícia descobriu que estava grávida, o que ocasionou ela ser expulsa pelo pai e passar a morar com seu namorado; ao mesmo tempo que Séfora descobriu que portava diabetes tipo 2, o que a fez parar de trabalhar, pelo menos por um tempo. Daí em diante, "problema" se tornou uma palavra comum na vida dos Fonseca, principalmente para Alexi, que se viu sozinho e obrigado a encontrar uma solução.
Com quatro meses de gravidez, Alícia revelou que estava esperando gêmeos; o que deixou Alexi ainda mais preocupado, já que o dinheiro que recebia não dava nem para ajudar sua mãe com os medicamentos.
Os meses foram passando, Alexi já completara mais uma primavera e a situação de sua família - agora maior com Alícia e os dois bebês - era a mais difícil em toda sua vida. Mal havia comida e o estado de saúde de sua mãe piorava cada vez mais pela falta dos remédios. Desesperado, Alexi tomou uma decisão que iria mudar sua vida para sempre.
Morando onde morava, Alexi conhecia todo tipo de pessoa, até mesmo aquelas que não são boas de se conhecer. Logo conseguiu uma arma e munição; o dia seguinte prometia.
Durante a noite, permaneceu calado, pensativo, o que deixou Alícia intrigada:
- O que há? Porque não fala nada? Está inquieto...
- Não tenho o que falar.
- Tem certeza? Tá tudo bem?
- Já disse que não tenho o que falar!
Alexi não tinha gritado, nunca foi disso. Mas sua voz se agravou com a persistência de Alícia.
Alexi se calou. A casa se calou.
O silêncio reina onde há fome.
O dia amanhece e logo cedo Alexi sai e toma um café gelado em algum boteco.
13:30pm
Alexi respira fundo olhando para a sua casa e sai em sua missão.
14:00pm, banco central de Tapiratiba, Alexi anuncia assalto e mantém funcionários e clientes reféns, ameaça atirar em quem tentar reagir.
Logo a polícia é acionada e o banco é cercado por homens da lei.
Borboletas explodem na barriga de Alexi e tremendo, se apressa em pedir os pertences dos reféns e dinheiro ao gerente.
O tempo passa lentamente para Alexi, reféns e policiais.
O sol já está quase sumindo quando as negociações se iniciam; Alexi exige um advogado para lhe defender e enquanto o cansaço e o medo o tomam conta, a polícia tenta armar um esquema para invadir o banco e capturar Alexi sem ferir nenhum refém.
Envão. Alexi era um homem bom e jovem. E os jovens inocentimente não controlam suas emoções, o que muitas vezes isso pode ser um problema. Felizmente as emoções de Alexi não o levaram ao absurdo, não em parte.
Alexi só queria dinheiro, não tinha intenção nem coragem de machucar ninguém.
Em uma confusão de pensamentos e sentidos;
Calores e frios;
A lembrança de seu pai indo embora; o sorriso de Séfora escondido atrás de um olhar pálido; Alícia e seus pequenos...
Após longas 12 horas de cansaço físico e mental, Alexi se entregou à polícia acompanhado de um advogado.
Do lado de fora, uma multidão de curiosos, os malditos jornalistas locais prontos para desmoraliza-lo, e no meio disso, o olhar cansado e sem esperança de Alícia, que carregava seus filhos consigo, pequenos como as lágrimas que caiam de seus olhos.
Ao ver esta cena, Alexi perdeu suas forças, em segundos se deixou cair no chão lentamente, exausto e aos prantos. Suas mãos em seu rosto traduziam o que ele soluçando falava:
- Perdão Alícia, perdão! Me desculpe pelo destino que sem querer estou dando aos nossos filhos, me perdoe!
Não se pôde ouvir mais nada; fora arrastado pelos policiais para dentro da viatura.

E agora você deve estar pensando que esta não é uma história vista em qualquer lugar ou jornal policial, como eu citei no início. Não se vê porque esta é uma história vista por traz das câmeras; por detrás da voz daqueles que não enxergam o desespero.
E ainda assim volto a dizer que esta é uma história comum por ser vivida por muitos, de várias formas, mas assistida por poucos.

Daiane Lopes.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009


São nos fins de tardes de verão
que eu me lembro de nossas prosas
São de conversas tão melosas
que eu estanco a saudade no teu chão
São de coracterísticas tão idênticas
que eu mergulho na inocência,
na essência e na tendência
de te ter aqui por perto;
Pois eu sonho e dessonho com esse romance enfadonho
Onde tu que és tão esperto
Nem imagina o que eu espero.
De tão bonito
De tão sabido
Que não me controla por um trisco.
E mesmo com o gosto de uva na língua,
ainda assim eu te digo
Que bonito por sabido
Um coração fica dividido!

domingo, 2 de agosto de 2009

Morderei de saudade


E todas as manhãs nascerão com vontade de nos juntar!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Becouse I don't believe you do

Calei meu amor com o sono
Tratei de dar muito trabalho para ocupar minhas emoções
A distância faz o amor tirar folga e se deitar
Eu fico feliz com toda essa correria que me impede de sentir você.
Impede de sentir, não de pensar.
Graças a deus sou mulher e por isso tenho a capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo.
Apesar desta dormência dentro de mim, enquanto conto quantos reais em créditos foram vendidos, me pego pensando quando e se você vai me procurar.
Porque não resta dúvida de que ainda existo em teus pensamentos; quase invisível, mas ainda estou aí.
Enquanto isso demora, eu vou arrasando corações, construindo ilusões em mim e nos outros.
Das minhas tu nem sabes, pois ando calada em relação a isto(o que vem me ajudando bastante).
Ando sonhando enquanto tento decorar cada fragância nesta perfumaria; entre elas está a tua, esta eu não decorei, eu aprendi, está em mim.
Já se foram quase seis meses dessa agonia
Seis meses sem sequer uma troca de palavras ou olhares.
E se em pouco mais de uma semana nada acontecer, serão mais seis meses pela frente de agonia até a próxima época de festas em que minhas esperanças se renovarão.
Seis meses de falta de tempo, sentimentos dormentes, felicidades e mundo da lua.
Lua que já está verde de tando eu girar seu mundo ao redor de nós dois.

sábado, 4 de julho de 2009


Existem tranças em meus dedos que não se desenrrolam mais.
São lembranças que eu conto com a sorte para não esquece-las
São idéias com gosto de limão que da ponta da minha língua não saem.
Eu me esforço, mas desforço.
Nós dois somos culpados de um velho fato não acontecido
Um incidente que por ambos fora esquecido.
Engoli à força frases que me fizeram mal
Vomitei todas em um parque de diversões.
Desforço.
Deixei de pulsar, não de amar.
Deixei de escrever para aprender a ler
Andei a passos rápidos em busca de desviar-me do teu espaço, o que foi um fracasso.
Hoje posso olhar para o sol sem medo de me encomodar com a luz forte
Deixei a chuva molhar minha alma para manter a calma
Cantei a chuva.
O doce gosto dos meus desejos...
Sonho muito para de alguma forma, viver do meu jeito
E assim deixo
Uma melodia me lembrar passos para dançar
Vem cantar!

sexta-feira, 3 de julho de 2009


É para ela que eu canto hoje
O mais bonito dos amores
É pra você que eu revelo
Os meus sentimentos mais sinceros
De uma década que eu multiplicaria por dez
Pra não ter que recordar com nossos papéis
E que não censurem o meu sentimento por ti
Dessa amizade que cultivo desde pequena
Doce, alegre e serena
Nas manhãs, tardes e noites
Que cantando colhemos flores
E não há quem diga que não é verdade
Pois só basta uma semana, pra eu morrer de saudades.

sexta-feira, 29 de maio de 2009



"A única que usa batom vermelho cintilante."

"A mais bela flor do meu quintal;
Sozinha, rosa e natural."

Eram algumas das frases mais ditas enquanto passava a manhã à observa-la.
Toda aquela melancolia, aquela mania de se expressar perfeitamente; palavras difíceis de se entender eram o seu forte.
Parecia até um cavaleiro menestrel de tão educado que era.
Mas quem diria, isso tudo se perdeu quando seus olhos tocaram os de sua dama.
As palavras pareciam terem se escondido atraz de seu coração;
Seu ar perdera a direção aos pulmões; E o seu contrele...
Naquele momento, este perdera a vergonha.
Ao olhar aqueles lábios vermelhos de batom, não resistiu.
Seus olhos levaram seu polegar da mão direita até o lábio inferior daquela moça, sua rosa.
Em um arrastar delicado, tirou parte daquela cor cereja que pintava uma boca tão menina e provocante.
A pele branca, quase pálida, os cabelos curtos e castanhos escuros; não lisos, não cacheados, ondulados.
Suas unhas vermelhas que mais pareciam morangos em valsa, delicadamente tocaram a face daquele moço embriagado de paixão.
O que era valsa tornou-se bossa nova em quatro olhos brilhantes de desejo e inocência.
Vontade, vontade e... O vento tratou de unir aqueles corpos já casados pelo futuro presente.
A dança então mudou-se para o salão de suas bocas.
Samba para as línguas, rock para os dentes, e música eletrônica por conta dos corações.


terça-feira, 26 de maio de 2009

"O argumento ficou sem assunto"

Agente sente, ri, canta, sofre, chora, grita...
Mas desagradável mesmo é ver outras pessoas passarem por isso.
O ser humano não sabe amar, não sabe perdoar.
Digamos que... Eles não dão uma chance pra si e para o próximo ao mesmo tempo.
A humanidade carrega o egoísmo.
Cada um por si e o destino por todos; porque deus já não dá conta de tantas orações pra atender, ele ativou a chamada em espera.
O jeito é agir como numa canção:
"Chorar um pouquinho, mas manter a calma"

Se eu aprendi a viver?
A viver ou a me virar?
É. Porque a vida não se cria, ela surge.
O que se tem de aprender é a rebolar, e entenda como quiser!
Porque por mais inteligente ou esperto que alguém seja, em uma fração de segundos a vida pode desaparecer de si.
E não sou eu nem você quem escolhe, é o destino.
É tudo tão bem premeditado que chega a assustar.
Vejam só... Eu e meu costume de sempre começar meus textos com um assunto e terminar com outro. Talvez por isso eu nem passe no vestibular. E pra acabar de piorar, nem saber rebolar eu sei! E novamente, entenda como quiser...
Meu objetivo desde o início foi... Lamentar.
Lamento por mim, pela minha irmã, por uma amiga... Também pode ser por você que lê isto agora. Pois eu conheço bem o seu medo, aquele medinho clichê da humanidade: Medo de arriscar.
"Meus olhos gostam de correr o risco"
Mais uma música pra falar por mim.
E você agora deve estar se perguntando:
- E quem você pensa que é? A super women? Vá salvar o mundo com sua bondade!
Hahahaha!
Que tal mais uma canção?
"Nessa vida real, não há o bem sem o mal"
Se eu não chorar, se eu não cantar, se eu não escrever sobre minha indignação em relação à falta de sensibilidade da humanidade, quem vai fazer minha parte? Você?
Me desculpe, mas minhas coisas só eu sei fazer!
Portanto, deixe comigo.
E pra finalizar com fulga do argumento inicial deste texto, eu devo adimitir algo com uma canção:
"Eu sou feita pro amor da cabeça aos pés!"




Desculpem o uso das canções, como eu já disse, elas falam por mim.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Feliz dia das mães?

É com muita tristeza e revolta que eu venho descrever aqui o primeiro dia das mães que com certeza minha memória nunca falhará quando eu quiser lembrar.
Infelizmente, ao amanhecer o dia tive uma discursão com minha mãe, que me deixou durante todo o resto do dia com a auto-estima baixa.
Logo mais à noite conseguimos ficar bem e desabrochar belos sorrisos.
Por volta das 22 horas, quando desligamos a TV e desejamos boa noite carinhosamente, resolvi fazer uma oração(fazia tempo que não conversava com deus).
Agradeci pela maravilhosa mãe que tenho, pedi muita saúde pra ela e não pude conter uma lágrima quando me imaginei sem ela.
Neste exato momento escutei uma batida seguida de gritos de dor, eram gritos de uma mulher.
No mesmo instante me levantei da cama e quiz correr para ajudar; minha mãe tentou me impedir(ela sabe como sou fraca pra essas coisas) mas meu pai me acompanhou até o portão, aqueles gritos me aterrorizaram.
Moro na avenida Ailton Gomes, em frente a rua Nossa Senhora de Lurdes, o acidente foi em frente a minha casa.
Um carro invadiu a preferencial de um casal que vinha de bicicleta, bateu neles e em seguida fugiu.
Aqueles gritos que me causavam pavor era da mulher que vinha acompanhada de seu marido na bicicleta, ela estava grávida.
Todos em minha casa estavam apavorados e logo pegamos os telefones para ligar pro corpo de bombeiros e polícia para pedir ajuda.
Depois de algumas tentativas(pois sempre dava sinal de ocupado), consegui falar com alguém dos bombeiros.
Expliquei a situação e o atendente disse que a ambulância estava quebrada, que eu ligasse para o 192.
Isso me causou tanta revolta! Pois minha mãe já tinha falado com a polícia e eles deram calados por resposta. Eu disse ao atendente do 193 que aquilo era um absurdo, era a vida de uma mãe e uma criança que estava em jogo e eles se diziam não poder fazer nada! Desligaram na minha cara.
Felizmente existem pessoas raras por serem boas neste mundo. Alguém se dispôs a levar a senhora de carro ao hospital, não se ouviram mais gritos.
É triste saber que em um dia como este eu e tantas pessoas tivemos de assistir a um episódio desse, episódio que se resume em uma só palavra: IRRESPONSABILIDADE
Irresponsabilidade de tal pessoa incompetente no trânsito e ser cruel por fugir, abandonar em um asfalto uma mulher grávida, e irresponsabilidade das autoridades que estão responsáveis pela segurança da população local.
Há um ano uma situação parecida aconteceu comigo; fui vítima de um acidente de trânsito e se não fosse a bondade da população, talvez eu tivesse morrido, já que eu não pude contar nem com ambulância, nem com o indivíduo que invadiu a preferencial em que eu vinha de de moto, batendo no veículo em que eu me encontrava.
A perca de memória recente é algo que me afeta desde o dia 23 de outubro, mas daquela noite eu jamais esquecerei.
E hoje, dia das mães, o que eu mais desejo é que aquela senhora e seu bebê fiquem bem, e que os responsáveis pela segurança e bem-estar da população fiquem cientes do seu papel na sociedade; pois eu, Daiane Lopes, 17 anos, tenho vergonha da minha cidade.

10/05/2009

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Sobre cheiros eu inalo...


O Hoje.
Hoje o perfume dele veio me visitar
Logo em seguida pude sentir o sabor da tua carne quando eu te mordia
Carne de cheiro...
Benedito, maldito cheiro!

domingo, 3 de maio de 2009

Enquanto isto, no jardim do Éden...


- Girassol, onde está sua luz?
- Eu dei espaço pra lua, e ela tratou de apagar.

domingo, 26 de abril de 2009

A moça na tv previu um sábado sem chuvas no sertão
Mas de tempestade de lágrimas em meu coração.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Y soy herege!


Eu sou a senhora encantada que espera no muro
Sou um jarro de flores e dentro de mim crescem raizes cada vez mais fortes
O meu lugar não está no lugar
Mas isto é fácil de concertar
Eu sou a saudade e o arrependimento que o idoso sente de sua mocidade, do que deixou de fazer por insegurança.
Eu sou as emoções do adolescente que explodem a flor da pele.
Sou o vermelho nos lábios tão beijáveis da moça que vende flores
Tive paixões que hoje não passam de meras ilusões
Mas nunca deixei de lado este desejo de querer expressar minhas emoções.
Hoje eu sou capaz de ser o alfinete que te espeta
Ou serei mais um espinho em meio as pétalas?
Eu sou o cheiro de café da manhã que você quase nunca sente
Eu sou a garotinha de vestido de renda e cabelos ondulados que corre em meio as bétulas na floresta.
E o que me resta?
Escrever denovo uma canção
Que fale destes sentimentos amargurados, adocicados,
mas que vem e vão
Pois é assim que se faz valer cada pulsar do coração.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Eu decidi que irei morrer na inocência deste delito cometido que é te amar.
Pois tu me conheces girassol,
tu sabes que não sou de esconder o que sinto, não por muito tempo.
Mas neste momento, eu opto por caminhar na alameda dos sonhos sozinha.
Quantas saudades dos beijos que não dei...
Bom dia tristeza!

domingo, 5 de abril de 2009


O passarinho que não sabia voar
Já não pode mais nem cantar.

The End

Estive pensando esses dias
Estive sonhando todo dia
Nada ficou como eu queria
Já cansei de não notar o que eu divia

Estive chorando estes dias
Estive fazendo o que eu podia
Mas enquanto os olhos se enchiam
Eu pensei que contigo eu não podia

Chega, não dá mais
Nós dois chegamos ao fim
Não, não volte a alimentar o que existe em mim
papapa...

E enquanto eu te canto a despedida
Vá sorrindo, siga a sua vida
Sonharei contigo todo dia
E quem o futuro nos concilia?

Mas agora deixa, não volto atraz
O presente pede o fim
Não, não volte a alimentar o que existe em mim
papapa

Deixa, não olhe pra traz
Meu amor não chegou ao fim
Mas entenda, eu quero mais do que o momento tem pra mim
papapa...